A História da Educação Especial
Antiguidade – Roma e Grécia antigas.
Antiguidade – Roma e Grécia antigas.
· Deficientes não eram considerados humanos e serviam de bobos ou palhaços;
· Na Roma antiga e em Esparta o patriarca podia matar seus filhos defeituosos;
· Já os hindus estimulavam o ingresso dos deficientes visuais nas funções religiosas;
· Os atenienses contribuíam para a manutenção dos heróis de guerra e de suas famílias.
Idade Média.
· Advento do Cristianismo, constituição da Igreja Católica e surgimento do Clero;
· Com a assunção dos ideais cristãos, os deficientes são considerados criaturas de Deus;
· Em 1547 Henrique II institui assistência social obrigatória para amparar deficientes;
· Inquisição católica: os deficientes foram considerados “hereges” e “endemoniados”;
· Considerava-se que as causas da deficiência eram a vingança celeste.
Do século XVI aos dias de hoje.
· Tese da Organicidade: deficiência é produto de causas naturais;
· Deficiências passam a ser tratadas pela Medicina iniciante do séc. XVI;
· Inventos propiciam meios de trabalho e locomoção aos portadores de deficiência;
· Código Braille: propiciou a integração dos deficientes visuais à linguagem escrita.
Historia da educação especial no Brasil.
· 1906: Escolas Públicas recebem alunos com deficiência mental ;
· 1927: Em Canoas - RS é criada a Sociedade Pestalozzi, primeira instituição brasileira dedicada aos excepcionais;
· 1946: Criada a Fundação para o Livro do Cego no Brasil;
· 1954: Fundada no Rio de Janeiro a primeira APAE;
· 1960: Em Roma na Itália acontecem os primeiros jogos paraolímpicos;
· 1961: A LDB enquadra a educação de excepcionais no sistema geral de educação;
· 1994: Declaração de Salamanca;
· 2000: Lançamento da produção do Livro Didático em Braille;
· 2002: É reconhecida como meio legal de comunicação e expressão a Língua Brasileira de Sinais – Libras.
Pergunta para os colegas: Tendo em vista os preconceitos e as dificuldades enfrentadas pelos portadores de necessidades especiais ao longo da história, o que você acredita ter levado a sociedade a se preocupar com a questão da inclusão e em dar um tratamento digno a eles?
Componentes do grupo: Cristina, Emerson, Josué, Ketty e Marcieli
13 comentários:
Acredito que, com o avanço da medicina, as pessoas foram tendo conhecimento das deficiências tanto físicas quanto mentais que alguém possa vir a ter ou já possua de nascença. Assim os portadores de necessidades especias não eram mais vistos como anormais ou doentes, o que com certeza facilitou, aos poucos, a inclusão dos mesmos na sociedade. Outro aspecto que possa ter também possibilitado esse avanço, é a diminuição do preconceito, tanto das pessoas próximas do deficiente, quanto das mais afastadas.
Bem, creio que o ponto principal foi que, com avanço da ciência se descobriu que as deficiências eram causas naturais e não, como se pensava até então, um castigo divino.
Hoje nos é absurdo a forma como era vista os portadores de deficiência há tempos atrás.Não se pode negar que essa mudança de pensamento foi essencial, e evolui-se muito a visão acerca das pessoas com necessidades especiais, tanto que hoje em dia nos encontramos em processo de inclusão social, por mais que ainda haja certo preconceito.
Assim como as colegas disseram, houve uma mudança na forma como se concebia as deficiências. Os portadores deixaram de ser vistos como "anomalias" ou "rejeitados por algum Deus" e passaram a ser pessoas normais, com algum problema natural onde não há culpados para isso. O avanço na medicina e pode-se dizer também na ciência, contribuiu muito para a modificação deste pensamento.
Aniele Freire
A inclusão dos deficiêntes nas escolas é um direito deles.Mas o problema é que as escolas públicas não conseguem ensinar nem aqueles alunos que não tem deficiencia.O deficiênte necessita de maior atenção ou ajuda dos professores para aprender.Na maioria das escolas públicas não estão preparadas para atender essa necessidade dos alunos com deficiência.Aquele deficiente que for para uma escola pública dificílmente conseguirá alguma coisa devido as precárias condicões do ensino médio público.Eu acho que o governo federal deveria criar um "pro escola" igual ao "pro uni" ,de ensino fundamental e médio pra deficiêntes em escolas particulares.Sendo assim o governo deve melhorar o sistema de ensino fundamental e médio,na estrutura fisica e no quadro de professores e funcionários dos colégios para conseguir ensinar melhor os alunos, principalmente os com deficiência.
Acredito que com o avanço da medicina foi possível detectar e diagnosticar deficiências, que até então eram vista como anormalidades. Esse escasso conhecimento sobre o assunto gerava uma exclusão dos portadores de deficiências da sociedade. Com um estudo mais detalhado sobre cada problema, foi possível entender e elaborar maneiras de se inserir o portador de deficiências na sociedade. Hoje existem leis que beneficiam o portador de deficiência possibilitando uma inclusão. Claro que muitas pessoas ainda têm preconceito. Acho importante que o assunto seja trabalhado, e que todos tenham acesso a esse conhecimento para que o preconceito cada vez seja menor.
Se encararmos como a vontade de se relacionar com seus semelhantes como sendo um dos interesses mais básicos que a espécie humana demonstra, poderemos partir daí para responder essa pergunta.
O homem, mantendo um contato contínuo com seus semelhantes, acaba por compreender a situação daquele outro indivíduo que faz parte de seu mundo, ou seja, quando este passa a considerar os interesses e desejos dos outros seres que o cercam, se colocando na posição deles, ele passa a notar que muitas vezes o que difere ele dos outros são somente diferenças superficiais e que em síntese ambos são iguais. Colocando de outra forma: quando fazemos um julgamento moral, nós podemos ir além de nossos próprios interesses e preferências tornamo-nos conscientes do próximo e damos um caráter universalizável ao nosso pensamento. Assim, eu posso considerar que meus próprios interesses não têm mais peso ou valor do que os interesses de outros, e é a partir deste momento que eu passo a pensar eticamente.
Quando o homem compreende que não é a cor da pele, o sexo, ou alguma diferença física ou mental que torna uma ação moral ou imoral em relação a si mesmo, mas sim que podemos ir além de nossas vontades e passamos a considerar as preferências de outros, damos um passo em direção a um mundo mais justo e igualitário.
Por isso, ao perceber que não são as condições físicas ou mentais de outro indivíduo que ditam a forma como devemos agir para com ele, fica claro que um grupo de membros de nossa sociedade foi excluído injustamente de nosso mundo, privando-o de prazeres e felicidades comuns a nós, ditos “normais”. Ao notar que deixamos de lado um grupo que jamais deveria ter sido excluído da sociedade, pois os preconceitos quase sempre nos orientam erroneamente por caminhos inconcebíveis, passamos a considerar os interesses e preferências destes que uma vez foram excluídos não somente de nossas escolas e centros acadêmicos, mas sim de nossa sociedade num âmbito geral, acabamos valendo-nos de todas as maneiras possíveis para incluí-los novamente de um “território” do qual eles jamais deveriam ter sido banidos.
Pelo que foi apresentado, acredito que com o avanço da medicina foi possível ser verificado que as deficiências não eram castigos divinos, mas causas genéticas, naturais. Assim, o preconceito pode ser diminuído e a visão diante destes acontecimentos modificada.
A postagem do Gabriel ficou completa e compreensiva, não teria nada a falar, além de reiterar o que ele comentou.
Lamento.
:)
Concordo com os colegas, nao serei repetitiva.
Acho que o principal fator foi o esclarecimento da população em perceber que as deficiências acontecem por razões genéticas, pré-natais, infecciosas,...
e não por maldições.
Acredito que a sociedade esta querendo se redimir de todos seus pecados ,e em busca de ser um pais de primeiro mundo a inclusao é um passo
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