segunda-feira, 24 de novembro de 2008

APRESENTAÇÃO SOBRE TECNOLOGIAS ASSISTIVAS

O que é Tecnologia Assistiva?

Conceito:

Tecnologia Assistiva é um termo ainda novo, utilizado para identificar todo o arsenal de Recursos e Serviços que contribuem para proporcionar ou ampliar habilidades funcionais de pessoas com deficiência e conseqüentemente promover Vida Independente e Inclusão. É também definida como "uma ampla gama de equipamentos, serviços, estratégias e práticas concebidas e aplicadas para minorar os problemas encontrados pelos indivíduos com deficiências”. Tecnologia Assistiva se compõe de Recursos e Serviços. Os Recursos são todo e qualquer item, equipamento ou parte dele, produto ou sistema fabricado em série ou sob-medida utilizado para aumentar, manter ou melhorar as capacidades funcionais das pessoas com deficiência.

Recursos:
Podem variar de uma simples bengala a um complexo sistema computadorizado. Estão incluídos brinquedos e roupas adaptadas, computadores, softwares e hardwares especiais, que contemplam questões de acessibilidade, dispositivos para adequação da postura sentada, recursos para mobilidade manual e elétrica, equipamentos de comunicação alternativa, chaves e acionadores especiais, aparelhos de escuta assistida, auxílios visuais, materiais protéticos e milhares de outros itens confeccionados ou disponíveis comercialmente.

Além dos recursos têm-se os serviços que são definidos como aqueles que auxiliam diretamente uma pessoa com deficiência a selecionar, comprar ou usar os recursos.

Serviços:

São aqueles prestados profissionalmente à pessoa com deficiência visando selecionar, obter ou usar um instrumento de tecnologia assistiva. Como exemplo, podemos citar avaliações, experimentação e treinamento de novos equipamentos.
Os serviços de Tecnologia assistiva são normalmente transdisciplinares envolvendo profissionais de diversas áreas, tais como: Fisioterapia, Terapia ocupacional, Fonoaudióloga, Educação, Psicologia, Enfermagem, Medicina, Engenharia, etc.

Objetivos da Tecnologia Assistiva

Proporcionar à pessoa com deficiência maior independência, qualidade de vida e inclusão social, através da ampliação de sua comunicação, mobilidade, controle de seu ambiente, habilidades de seu aprendizado, trabalho e integração com a família, amigos e sociedade.

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Apresentação sobre Altas Habilidades/ Superdotação

Um considerável número de crianças bem-dotadas no Brasil, que até a 4*série tiravam as melhores notas, e não tinham a menor dificuldade comas tarefas escolares, ao passar para a 5* série, por falta de hábitosde trabalho e pela atitude geral de considerar que "tudo na escolaé fácil", perdem-se na organização curricular, que passa a ser pordisciplinas, demonstram-se incapazes de se organizar para o trabalhoindependente e não raro apresentam desnecessariamente baixo rendimentoescolar acompanhado de perda de interesse pelos estudos, o que acabalevando a repetir, desnecessariamente, a 5* série.

Por que os alunos de altas habilidades acabam repetindo o ano, mesmosendo muito inteligentes?

Apresentação sobre Deficiência Visual

DEFICIÊNCIA VISUAL

O presente trabalho será realizado em duas etapas, a saber, baseado em uma pesquisa bibliográfica, onde para isso recorremos aos livros e a alguns artigos da internet, e em uma pesquisa de campo, onde nos deslocamos até a Escola Estadual Coronel Pillar e entramos em contato com alunos, professores e pais de alunos portadores de deficiência visual.
Para fins de esclarecimentos, estamos dispondo um resumo sucinto acerca de tal deficiência.

O termo deficiência visual refere-se a uma situação irreversível de diminuição da resposta visual, em virtude de causas congênitas ou hereditárias, mesmo após tratamento clínico.
Podemos classificar tal deficiência em diferentes níveis, pois a diminuição da resposta visual pode ser do tipo leve, moderada, severa e profunda. Todos estes casos compõem o grupo chamado de visão subnormal ou baixa visão.
Conforme Barraga, pessoas que apresentam baixa visão são aquelas que ainda são capazes de “indicar a projeção de luz até o grau em que a redução da acuidade visual interfere ou limita seu desempenho”.
Temos ainda a perda total da visão (cegueira), onde o indivíduo não consegue nem mesmo detectar a presença de luz.
Segundo alguns dados estatísticos emitidos pela OMS, há aproximadamente 40 milhões de pessoas deficientes visuais no mundo, sendo que 75% são provenientes de regiões em desenvolvimento. O Brasil apresenta em torno de 1,0 a 1,5% da população com essa deficiência, sendo que para cada 3.000 criança temos uma com cegueira e para cada 5.000 temos uma com baixa visão. Além disso, dados do senso escolar/2002 revelaram 20.257 alunos com def. visual na educação básica brasileira.
As causas de tais deficiências são do tipo congênitas, como por exemplo, malformações oculares, glaucoma congênito, catarata congênita, Síndrome de Leber,
ou do tipo adquiridas, como por exemplo, traumas oculares, catarata, glaucoma, alterações retinianas.
Fatores como histórico familiar de deficiência visual, histórico pessoal de hipertensão arterial e diabetes, senilidade (estado de velhice; enfraquecimento de faculdades físicas), prematuridade e não realização do pré-natal, não utilização de óculos de proteção durante certas tarefas e não imunização contra a rubéola, poderão contribuir para o agravamento ou aparecimento da deficiência.
Os tipos mais comuns de alterações visuais são: a ambliopia, estrabismo, astigmatismo, hipermetropia e miopia, entretanto, esses problemas não constituem deficiência visual.
O professor e os familiares deverão estar atentos a alguns sintomas, como por exemplo, tonturas, náuseas, dor de cabeça, vermelhidão nos olhos, lacrimejamento, visão embaçada e baixo rendimento escolar. Entretanto, é indispensável à consulta ao oftalmologista, pois dessa forma será possível obter um diagnóstico preciso sobre o caso.
Evidentemente, que as pessoas portadoras de tal deficiência deverão ter um tratamento especial, porém não diferenciado, visto que a maioria delas tem dificuldades para a aceitação de tal deficiência, e por isso acabam ficando mais sensíveis, com o desenvolvimento emocional e físico afetados.
Um ponto importante a ser mencionado é o Sistema Braille, pois muitos dos alunos que possuem baixa visão tendem a ter certa rejeição em relação a este sistema. O Braile é uma escrita feita por meio de uma reglete (régua de madeira, plástico, ou metal), o punção (instrumento de madeira ou plástico, com ponta metálica, utilizado para a perfuração dos pontos) ou através de uma máquina de escrever Braille.
A perfuração do papel deve ser realizada da direita para a esquerda para produzir a escrita em relevo, e a leitura é realizada da esquerda para a direita.

Pergunta do grupo: Atualmente, nossos professores estão preparados para trabalhar com a deficiência visual?

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

APRESENTAÇÃO SOBRE DEFICIÊNCIA FÍSICA

Deficiência física


Deficiência física é o nome dado a característica dos problemas que ocorrem no cérebro ou sistema locomotor, e levam a um mal funcionamento ou paralisia dos membros inferiores e/ou superiores podendo ter várias etiologias, entre as principais estão os: fatores genéticos, fatores virais ou bacteriano, fatores neonatal, fatores traumáticos (especialmente os medulares
Classificação das paralisias
· Monoplegia – condição em que apenas um membro é afetado.
· Diplegia – quando são afetados os membros superiores.
· Hemiplegia – quando são afetados os membros do mesmo lado.
· Triplegia – condição rara em que três membros são afetados.
· Tetraplegia/ Quadriplegia – quando a paralisia atinge todos os membros; sendo que a maioria dos pacientes com este quadro apresentam lesões na sexta ou sétima vértebra.
· Paraplegia – quando a paralisia afeta apenas os membros inferiores; podendo ter como causa resultante uma lesão medular ou lombar. Este trauma ou doença altera a função medular, produz como conseqüências, além de déficits sensitivos e motores, alterações viscerais e sexuais.
Causas da deficiência física
Causas pré-natais: problemas durante a gestação (remédios tomados pela mãe, tentativas de aborto malsucedidas, perdas de sangue durante a gestação, crises maternas de hipertensão, problemas genéticos e outras);
Causas perinatais: problema respiratório na hora do nascimento, prematuridade, bebê que entra em sofrimento na hora do nascimento por ter passado da hora, cordão umbilical enrolado no pescoço e outras;
Causas pós natais: parada cardíaca, infecção hospitalar, meningite ou outra doença infecto-contagiosa ou quando o sangue do bebê não combina com o da mãe (se esta for Rh negativo), traumatismo craniano ocasionado por uma queda muito forte e outras.
No caso de jovens e adultos, a deficiência física pode ocorrer após uma lesão medular,
aneurisma, acidente vascular cerebral ou outros problemas.


PERGUNTA
Por que se faz necessária a discussão sobre inclusão do deficiente físico, se ele possui dificuldade apenas de acessibilidade e não intelectual?! (Um exemplo citado na apresentação do trabalho, o Stephen Hawking que é um dos mais consagrados
físicos teóricos do mundo).

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

APRESENTAÇÃO SOBRE DEFICIÊNCIA MENTAL

O presente texto tem por objetivo expor alguns conceitos e idéias a respeito da deficiência mental, sua definição segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), quais os tipos mais comuns e suas características. Como se dá a educação de pessoas portadoras de deficiência mental, dos elementos que a compõe e quais as dificuldades encontradas durante este processo; assim como a inserção destas pessoas em turmas regulares de ensino e suas implicações.
A Deficiência mental está intimamente ligada à noção de inteligência. Segundo o Manual Diagnóstico e Estatístico de Desordens Mentais o retardo mental é identificado principalmente por um “funcionamento intelectual significativamente inferior à média, acompanhado de limitações em pelo menos duas das seguintes áreas de habilidades: comunicação, auto-cuidados, vida doméstica, habilidades sociais, relacionamento interpessoal, uso de recursos comunitários, auto-suficiência, habilidades acadêmicas, trabalho, lazer, saúde e segurança”. O nível de desenvolvimento de uma deficiência mental pode ser avaliado a partir do teste se coeficiente e inteligência(QI), ou ainda a partir da quantidade de apoios necessários. São várias as causas e fatores de risco que podem levar à deficiência mental. Elas podem ocorrer durante a gestação, durante o parto ou até mesmo após o nascimento do bebê.

QUESTÃO: Tendo em vista a realidade observada no sistema de ensino atualmente, você acredita que a inclusão de deficientes mentais nas escolas de ensino regular pode ser de todo benéfica a estes deficientes?
Alunos: Ana Paula Foletto Marin, Laísa Roberta Trojaike,
Gabriel Garmendia da Trindade, Marina Loewenthal

SURDEZ

Anais do seminário do INES
Surdez: diversidade Social
Nelson Pimenta

Com a oficina que acabamos de fazer, vivenciamos uma situação em que a diversidade se impôs. Houve momentos em que foi difícil relativizar valores e aceitar as diferenças. A vida e a sociedade são assim, temos que conviver com a diferença e com a oposição o tempo todo.
Eu me chamo Nelson Pimenta e nasci em Brasília, no dia 6 de setembro de 1963. Mudei-me com a família para o Rio de Janeiro em 1976. Fui o primeiro ator surdo a se profissionalizar no Brasil, estudei no NTD (National Theathre of the Deaf) de Nova Iorque, sou pesquisador de Língua de Sinais e já atuei como instrutor de teatro e de Línguas de Sinais Brasileira em diversas instituições de ensino, entre elas o INES (Instituto Nacional de Educação de Surdos) e a FENEIS (Federação Nacional de Educação e Integração de Surdos). Atualmente estudo para a graduação em Cinema pela Universidade Estácio de Sá. Em 1999 criei, com Luiz Carlos Freitas, A LSB Vídeo, empresa com a missão de contribuir para o aprimoramento da educação dos surdos. Montamos uma equipe de trabalho com profissionais da área de educação que acreditam que a situação de exclusão social em que muitos surdos brasileiros se encontram poderia ser evitada a partir da construção da identidade surda nos indivíduos, possibilitando a luta por seus direitos e promovendo a conscientização de seus deveres.
Eu sou surdo e sou feliz. Minha trajetória de sucesso começou na família, com a absoluta aceitação da diversidade da minha natureza, principalmente por parte de minha mãe, que desde a descoberta da surdez teve a intuição de que o mais importante em sua relação comigo seria termos uma comunicação mais fácil e natural para mim, e não o contrário. Logo descobriu que essa forma era com os sinais e adotou a língua de sinais em nossa casa. Por causa disso, cresci acreditando que a comunicação do mundo era dessa forma, através dos sinais, e, portanto, nunca cogitei que eu pudesse ser diferente. Meu referencial nunca foi a audição e sim a surdez, o que contribuiu, definitivamente, para a construção da minha identidade como um indivíduo com elevada auto-estima e autoconfiança, ao contrário de outras crianças que às quais são impostos modelos de comportamento e comunicação adequados a quem tem audição e, com isso, passam a ter os ouvintes como referência. Invariavelmente, essas crianças crescem com baixa auto-estima, acreditando serem deficientes por não conseguirem a mesma performance que os ouvintes na fala e na escrita.
Mais tarde descobri que eu sou, de fato, diferente da maioria, e minha luta começou no sentido de que a surdez seja reconhecida como apenas mais um aspecto das infinitas possibilidades da diversidade humana. Ser surdo não é melhor ou pior do que ser ouvinte é apenas diferente. E ser surdo é diferente de ser deficiente auditivo. Se um de vocês aqui presentes, que ouve e que, por isso, tem a cultura da audição, ou seja, se comunica através da fala, gosta de música e do barulho do mar etc., perder a audição, certamente será um deficiente auditivo, pois estará com um déficit, uma vez que perdeu algo que já teve um dia. Mas eu nasci surdo e, como só se perde aquilo que se tem, nunca perdi minha audição, pois nunca a tive. Eu tenho o direito de viver assim, e o mundo tem o dever de aceitar minha diferença.
Sou surdo e sou feliz.

A pergunta é: Você considera a surdez congênita uma deficiência? Por quê?

Grupo: Sérgio, Gerson e Maurício.

terça-feira, 14 de outubro de 2008

LEGISLAÇÃO E DOCUMENTOS DE CUNHO MUNDIAL


O objetivo geral do presente trabalho foi expor uma visão global das legislações, documentos e diretrizes da Educação Especial. Ou seja, Ao longo deste trabalho, serão expostas algumas das principais leis já instituídas sobre o tema “Educação Especial”, as quais visam à integração social e principalmente educacional de pessoas com necessidades educacionais especiais.

Como estrutura geral o trabalho ficou constituído de uma apresentação das perspectivas históricas do interesse e da formulação documentacional sobre Educação Especial; uma apresentação detalhada do que é entendido como Educação Especial através de uma conceitualização, baseada no corpo das leis, incluindo a citação destas. Uma determinação dos princípios da Educação Especial e outra apresentação sobre um documento nacional sobre política para pessoas portadoras de deficiência física. E, finalmente, expomos, detalhadamente, sobre a “Declaração de Salamanca: Sobre princípios, políticas e práticas na área das necessidades educacionais especiais” , que pode ser considerado um dos principais textos de cunho internacional visando a inclusão social mediante à educação, perspectiva essa que vem sendo mundialmente adotada, com ressalvas.


PERGUNTAS DO GRUPO:
1- Portadores de deficiência são, por leis adicionais, igualados embenefício aos demais cidadãos. Mas até que ponto a lei é e pode serefetivada?

2- A lei determina uma série de obrigações ao professor regular (vide asque - apesar das dificuldades da apresentação que não negamos quetenham ocorrido - foram apresentadas em nosso trabalho). Mas até queponto podemos nos considerar como sendo formados para dar conta dessasobrigações? e, independente disso, o que devemos aprender para darconta dessas obrigações que a lei nos impõe?

Grupo 02 apresentado pelos acadêmicos: Bruno R. Mendonça, Gilson Olegario da Silva, Leila Klaus, Daniela Porciúncula, Anieli FreireAna Paula Marin.

História da Educação Especial


A História da Educação Especial


Antiguidade – Roma e Grécia antigas.

· Deficientes não eram considerados humanos e serviam de bobos ou palhaços;
· Na Roma antiga e em Esparta o patriarca podia matar seus filhos defeituosos;
· Já os hindus estimulavam o ingresso dos deficientes visuais nas funções religiosas;
· Os atenienses contribuíam para a manutenção dos heróis de guerra e de suas famílias.
Idade Média.
· Advento do Cristianismo, constituição da Igreja Católica e surgimento do Clero;
· Com a assunção dos ideais cristãos, os deficientes são considerados criaturas de Deus;
· Em 1547 Henrique II institui assistência social obrigatória para amparar deficientes;
· Inquisição católica: os deficientes foram considerados “hereges” e “endemoniados”;
· Considerava-se que as causas da deficiência eram a vingança celeste.
Do século XVI aos dias de hoje.
· Tese da Organicidade: deficiência é produto de causas naturais;
· Deficiências passam a ser tratadas pela Medicina iniciante do séc. XVI;
· Inventos propiciam meios de trabalho e locomoção aos portadores de deficiência;
· Código Braille: propiciou a integração dos deficientes visuais à linguagem escrita.
Historia da educação especial no Brasil.
· 1906: Escolas Públicas recebem alunos com deficiência mental ;
· 1927: Em Canoas - RS é criada a Sociedade Pestalozzi, primeira instituição brasileira dedicada aos excepcionais;
· 1946: Criada a Fundação para o Livro do Cego no Brasil;
· 1954: Fundada no Rio de Janeiro a primeira APAE;
· 1960: Em Roma na Itália acontecem os primeiros jogos paraolímpicos;
· 1961: A LDB enquadra a educação de excepcionais no sistema geral de educação;
· 1994: Declaração de Salamanca;
· 2000: Lançamento da produção do Livro Didático em Braille;
· 2002: É reconhecida como meio legal de comunicação e expressão a Língua Brasileira de Sinais – Libras.



Pergunta para os colegas: Tendo em vista os preconceitos e as dificuldades enfrentadas pelos portadores de necessidades especiais ao longo da história, o que você acredita ter levado a sociedade a se preocupar com a questão da inclusão e em dar um tratamento digno a eles?


Componentes do grupo: Cristina, Emerson, Josué, Ketty e Marcieli

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

ATIVIDADE 1

A partir das discussões em aula sobre o processo de inclusão, tendo como motivação o clipe do Filme ( MEU NOME É RÁDIO. Michael Tollin, Columbia, 109m., Eua, 2003) , registre sua considerações acerca da temática abordada, levando em conta a formação de professores.

Orientações da Disciplina

A- Apresentação de Trabalhos:
1- O grupo que apresenta a temática, deverá entregar à professora:
- Um resumo do trabalho em uma lauda
- Trabalho impresso contendo de 5 a 8 páginas
- Um questionamento para ser postado no Blog, em que os demais colegas irão interagir.

B- Apoio para a realização das atividades
1- Textos de apoio, disponível no xerox
2- Plantão de Monitoria:
Local: Sala 3242B no Centro de Educação.
Monitora: Liziane
E-mail: liza.educacaoespecial@yahoo.com.br
Horários: Segunda 16h ás 17h
Terça 13:30 ás 17h
Sexta 13:30 ás 17h

C- Critérios de Avaliação

Trabalho escrito

  • Coerência da temática com a teoria utilizada
  • Estrutura do trabalho
  • Ortografia e textualidade
  • Pontualidade de entrega

Apresentação

  • Desenvoltura na apresentação
  • Criatividade
  • Organização da temática

Resumo

  • Capacidade de síntese
  • Ortografia e textualidade
  • Pontualidade de entrega

Participação no Blog

  • Argumentação teórica, relevância
  • Avaliação crítica
  • Criatividade
  • Relato de experiência
  • Ortografia e textualidade

Cronograma da Disciplina

DATAS

CONTEÚDO

DESENVOLVIDO

05/09/2008

Semana Acadêmica da Filosofia

12/09/2008

Apresentação da dinâmica da disciplina, Programa, Metodologia, Processo avaliativo.

19/09/2008

Elaboração e orientação dos trabalhos/seminários

Atividade 1- Participação no Blog

26/09/2008

Introdução à temática de Inclusão

03/10/2008

HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO ESPECIAL Cristina

Marciele

Emerson

Josué

Kety

10/10/2008

LEGISLAÇÃO E DOCUMENTOS DE CUNHO MUNDIAL

Bruno

Leila

Gílson

Aniele

Daniela

17/10/2008

SURDEZ

Sergio

Luiz

Gerson

Maurício

24/10/2008

DEF. MENTAL

Marcílio

Laísa

Ana Paula

Gabriel

Marina

31/10/2008

DEF. FÍSICA

Paula

Renata

Josiana

Fabiane

Tamires

07/11/2008

DEF. VISUAL

Edenise

Eduardo

14/11/2008

ALTAS HABILIDADES/SUPERDOTAÇÃO

Ricardo

Michele

21/11/2008

TECNOLOGIAS ASSISTIVAS/ ACESSIBILIDADE

Dion

Leonardo

28/11/2008

SEMINÁRIO FINAL

05/12/2008

Sistematização dos conceitos estudados

12/12/2008

AVALIAÇÃO

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Programa da disciplina

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA
CENTRO DE EDUCAÇÃO
DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO ESPECIAL
CURSO DE FILOSOFIA
DISCIPLINA: EDUCAÇÃO ESPECIAL: FUNDAMENTOS

Professora: Ana Cláudia Pavão Siluk
Objetivo: Compreender os fundamentos da educação especial no mundo e no Brasil.
Programa

UNIDADE 1- HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO ESPECIAL
1.1 - Antigüidade
1.2 - Idade Média
1.3 - Do século XVI aos dias de hoje
1.4 - Educação Especial no Brasil

UNIDADE 2- INFORMAÇÕES BÁSICAS SOBRE AS DEFICIÊNCIAS
2.1 - Conceitos
2.2 - Classificações
2.3 - Considerações importantes

UNIDADE 3- LEGISLAÇÃO POLÍTICA
3.1 – Determinantes culturais, econômicos, políticos, ideológicos
3.2 – Legislação (municipal, estadual e federal)
3.3 – Documentos de cunho mundial

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BOSSA, N. A. Fracasso Escolar: um olhar psicopedagógico. Porto Alegre, Artmed, 2002.
CRUZ, V. Dificuldades de aprendizagem. Porto: Porto Editora, 1992.
FONSECA, V. Introdução às dificuldades de aprendizagem. Porto Alegre: Artmed, 1995.
GARCIA, J. N. Manual das dificuldades de aprendizagem. Porto Alegre: Artmed, 1998.
JOSÉ, E. e COELHO, M. Problemas de aprendizagem. São Paulo: Ática, 1997.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
COLL, C. Aprendizagem escolar e construção do conhecimento. Porto Alegre: Artmed, 1994.
COLL, PALACIOS e MARCHESI (orgs.) Necessidades educativas especiais e a aprendizagem escolar. Vol.3 Porto Alegre: Artmed, 1995.
CORREA, L. M. Alunos com necessidades educativas especiais nas classes regulares. Porto: Porto Editora, 1999.
FONSECA, V. Aprender a aprender. Porto Alegre: Artmed, 1998.