Deficiência física
Deficiência física é o nome dado a característica dos problemas que ocorrem no cérebro ou sistema locomotor, e levam a um mal funcionamento ou paralisia dos membros inferiores e/ou superiores podendo ter várias etiologias, entre as principais estão os: fatores genéticos, fatores virais ou bacteriano, fatores neonatal, fatores traumáticos (especialmente os medulares
Classificação das paralisias
· Monoplegia – condição em que apenas um membro é afetado.
· Diplegia – quando são afetados os membros superiores.
· Hemiplegia – quando são afetados os membros do mesmo lado.
· Triplegia – condição rara em que três membros são afetados.
· Tetraplegia/ Quadriplegia – quando a paralisia atinge todos os membros; sendo que a maioria dos pacientes com este quadro apresentam lesões na sexta ou sétima vértebra.
· Paraplegia – quando a paralisia afeta apenas os membros inferiores; podendo ter como causa resultante uma lesão medular ou lombar. Este trauma ou doença altera a função medular, produz como conseqüências, além de déficits sensitivos e motores, alterações viscerais e sexuais.
Causas da deficiência física
Causas pré-natais: problemas durante a gestação (remédios tomados pela mãe, tentativas de aborto malsucedidas, perdas de sangue durante a gestação, crises maternas de hipertensão, problemas genéticos e outras);
Causas perinatais: problema respiratório na hora do nascimento, prematuridade, bebê que entra em sofrimento na hora do nascimento por ter passado da hora, cordão umbilical enrolado no pescoço e outras;
Causas pós natais: parada cardíaca, infecção hospitalar, meningite ou outra doença infecto-contagiosa ou quando o sangue do bebê não combina com o da mãe (se esta for Rh negativo), traumatismo craniano ocasionado por uma queda muito forte e outras.
No caso de jovens e adultos, a deficiência física pode ocorrer após uma lesão medular, aneurisma, acidente vascular cerebral ou outros problemas.
PERGUNTA
Por que se faz necessária a discussão sobre inclusão do deficiente físico, se ele possui dificuldade apenas de acessibilidade e não intelectual?! (Um exemplo citado na apresentação do trabalho, o Stephen Hawking que é um dos mais consagrados físicos teóricos do mundo).
17 comentários:
Pois é, talvez essa questão leva em conta a dificuldade que o aluno teria de se locomover na escola, já que a maioria das escolas não apresentam uma estrutura arquitetônica correta.
Ou ainda, a inclusão dos deficientes físicos é questinada, por que a relação com os outros alunos ditos normais, seria de alguma forma afetada. Mas,acredito que, não teria uma boa razão de excluí-los do sistema de ensino, tendo em vista que possuem capacidade de aprendizagem normal.
Acho que a discussão seria no sentido de implementar as mudanças necessarias, e nao sobre a inclusao ou nao dos deficientes fisicos na escola regular, acredito que essa questao ja esteja bem definida. É viavel e necessario que a inclusao ocorra.
Bom, talvez seria porque o aluno com deficiência física é de uma certa forma diferente da maioria da turma. Isso acaba gerando um certo preconceito na sociedade, trazendo vários constrangimentos para o aluno com deficiência física.
Penso que excluir não é a saída, toda essa inclusão pode ser um processo demorado, mas não impossível. Basta deixarmos preconceitos e medos de lado. Porque afinal, eles podem ter uma vida normal, e o principal aprendem como quarquel outro aluno, ou talvez até com mais vontade.
Penso que a discussão sobre a inclusão do deficiente físico é necessária na medida em que são tratadas questões de acessibilidade, pois apesar de não apresentarem diferenças em relação a parte intelectual, tem dificuldades para acessar aquilo que podem executar normalmente, quando lhes são dadas as devidas condições.
A discussão se faz necessária no momento em que não ocorre a acessibilidade de um deficiente físico, ai então começa uma grande e problemática questão, na parte da intelectualidade desta pessoa quase que passa despercebida, porque ela consegue realizar tarefas denominadas a ela racionalmente, sem problema algum. No caso do físico comentado em aula. O problema da acessibilidade que um portador de deficiência física enfrenta no seu dia-a-dia, o torna desmerecedor de direitos como cidadão e da própria vida, por passar por dificuldades em poder ir a um dado supermercado, ir a um restaurante a universidade, coisas básicas que todos fizemos sem nos dar conta se tem elevador, rampas ou outro meio de acesso, que para nós ir e vir sem obstáculo algum, não é problema. Mas que para um portador de necessidade física sim, é um grande problema.
Como em aula levantamos a questão, somos nós que vamos fiscalizar os acessos para estas pessoas, e temos que ser os fiscais para uma vida melhor de todos, incluindo a nós mesmos, pois nos tornara pessoas dotadas de amor próprio e de compaixão pelo próximo que precise de nossa ajuda.
Acredito que as dificuldades de inclusão de um aluno com deficiência física em uma escola regular sejam basicamente duas: a acessibilidade e o preconceito dos colegas considerados normais.
A acessibilidade porque muitas escolas não possuem estrutura apropriada para recebê-los, como os colegas já citaram em seus comentários, o que nas escolas públicas deveria ser providenciado pelo governo. E o preconceito dos colegas que por os deficientes físicos terem, muitas vezes, uma aparência um pouco diferente,colocam apelidos, por exemplo. Isso pode prejudicar a auto-estima da criança. E cabe ao professor tentar solucionar o problema.
A dificuldade do deficiente fisico é a locomoção para chegar até a sala de aula.Para que os deficientes fisicos consigam se locomover até uma escola é necessário mudanças em calçadas,ruas e ônibos.E isso precisa de investimento financeiro das empresas.Essa inclusão do deficiente fisico nas escolas irá se tornar realidade quando o governo federal criar uma lei, que obrigue os municipios e as empresas privadas melhorar as condições de acesso do deficiente fisico na sociedade.
A discussão sobre a inclusão de portadores deficiência física devia estabelecer-se apenas no âmbito da acessibilidade. Até para que haja uma modificação nas estruturas das escolas e não apenas nelas, mas em todo e qualquer órgão público. Pode-se discutir também acerca do preconceito ainda existente para com os deficientes físicos. Exceto estes dois fatores citados, não há outros motivos para se discutir a inclusão destes no ensino regular, pois realmente sua capacidade de aprendizado é normal.
Aniele Freire
A dificuldade toda é a acessibilidade, pois pessoas deficiêntes são na maioria das vezes deixados de lado, não levam em conta sua capacidade intelectual. A sociedade contemporanea esta mais voltada para o fazer no sentido de técnica, criação de bens materiais e acabam por esquecer do conhecimento por si mesmo..... Sendo que este precedo o prático e que o deficiênte poderia se sobresair como igual ou mais capacitado que uma pessoa normal.
No tocante a deficiência física, concordo plenamente que seja efetuada pois não compromete nada da formação intelectual, difenrentemente do deficiente mental.
Mas levemos em conta que as deficiências físicas mais corriqueiras em tempos hodiernos, nem todas são supridas para a iserção na escola. A primeira impressão que nos vem a tona no que concerne a deficiência física é a imagem de um cadeirante, mas, as dificuldades que falo do ensino para com este mesmo é a de que a intituição por si só pode ter desenvolvido condições necessárias para que se desenvolva a educação para deficientes físico. No entanto o problema disso as vezes está na própria instituição que auxilia mais para cadeirantes e esquecendo que pode ser possível que apareça um outro indivíduo qualquer que não seja cadeirante mas que também possua um deficiencia física e sendo assim possui espaço pelo que me pareçe apenas para o cadeirante. Todavia lembro que quando falamos em deficiência física devemos pensar no cadeirante, no indivíduo que pode ter má formação dos braços, não possuir uma perna, ou seja, uma visão holistade deficiência.
Acho que a inclusão do deficiente físico diz respeito à acessibilidade. É complicado para um portador de deficiência ter acesso a todos os lugares. Existem leis que regulamentam e padronizam os ambientes para que todos possam ter acesso. Mas na prática não é bem assim. O importante é que cada vez mais se fala em acessibilidade e que cada vez mais essas idéias serão difundidas e aplicadas.
Primeiramente temos de considerar o fato de que Stephen Hawking é um renomado físico que possui uma vida financeira muito confortável, por isso não devemos pensá-lo como sendo um bom exemplo ao tratarmos da realidade dos deficientes físicos no Brasil, pois a realidade econômica de um brasileiro é completamente diferente da dele.
Segundo, quando estamos falando de escadarias impraticáveis e sanitários que não foram desenvolvidos para pessoas com um determinada deficiência física, com certeza precisamos nos pôr no lugar destas pessoas e refletir se não é muitas vezes a falta de consideração da sociedade para com alguns que gera esse tipo de deficiência.
maioria das escolas não apresentam condições estruturais de livre acesso de locomoção para deficientes físicos. Nem sequer os órgãos públicos possuem estrutura adequada para o deslocamento de deficientes.
Assim, grande parte dos deficientes estão excluídos, pois muitos deles precisam de ajuda, livre acesso e não encontram nas escolas.
Para romper essa barreira estão foram tomados algumas medidas, como acesso obrigatórios nos órgãos públicos, destinação de vagas nos concursos públicos etc...
É necessário a discussão sobre a inclusão do deficiente físico, face que a maioria das escolas não possui condições de acolher o aluno que possui algum tipo de deficiência física. Bem como, pelo fato de ainda persistir em nossa sociedade certa discriminação e preconceito, os professores devem estar preparados para trabalhar com essa mazela social.
A deficiência física refere-se ao comprometimento do aparelho locomotor. As doenças ou lesões que afetam este aparelho podem produzir quadros de limitações físicas de grau e gravidade variáveis, segundo o(s) segmento(s) corporais afetados e o tipo de lesão ocorrida.
Partindo do pressuposto de que todas as pessoas devem ser respeitadas, não importa o sexo, a idade, as origens étnicas, a opção sexual ou as deficiências,e de que uma sociedade aberta a todos, que estimula a participação de cada um e aprecia as diferentes experiências humanas, e reconhece o potencial de todo cidadão, é denominada sociedade inclusiva,então necessáriamente, deve-se possibilitar maneiras para que os portadores de tal deficiência garantam seus direitos e consigam adquirir o padão de igualdade perante os demais cidadãos, visto que sua deficiência é Física, o que não compromete seu desenvolvimento intelectual.
Porque a inclusão do aluno na escola regular compreende, também, o dever de garantir o acesso físico.
A resposta me parece simples: por que é suficiente que um aluno tenha uma menor capacidade cognitiva que os demais alunos para que sua inclusão em aulas normais se torne problemática, mas não é necessário. Um aluno pode ter outras inúmeras causas de dificuldade de convívio em aula com demais alunos. Citando caso específico da deficiência física, exibido no trabalho sobre tecnologia assistiva: alunos que, devido as suas necessidades especiais, precisam de tecnologia assistiva para usar lápis e caderno. O uso de tal tenologia nem sempre é prático: com isso o aluno pode ter dificuldades para acompanhar as aulas, ou mesmo copiar do quadro. E o aluno deficiente pode se desestimular caso o professor não dê atenção a sua dificuldade. Por outro lado, dar maior atenção a essa dificuldade física em geral corresponde em prejuízo aos colegas normais. Portanto, o problema da inclusão surge novamente em um caso de deficiência física. E como se vê esse caso não diz respeito ao problema de acessibilidade (ainda que possa ter haver com isso também)
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